E amanhece... em mim, é manhã! Não deixo pegadas nas dunas... não me bronzeia o sol... De que me adianta esta aurora, então? Mas, lua não sou... muito menos lapso de tristeza da prata... Finco os pés no solo com mais força, dispo-me das vestes que me dão pudor... Eis-me deserto! Hei-de deixar trilhas, hei-de sentir calor! - José P. di Cavalcanti Jr. -
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