Vem, e deixa teu corpo de encontro ao meu como onda, como vento... Vem, e erode meus rochedos, esfrega-te em mim, e me excita qual arrepio virgem, qual medo que arrebata, calor que despe e grito que naufraga... Vem, horda, que me quero teu e nem me importo se, assim, for tão-somente cópia de amor. Vem... vem... - José P. di Cavalcanti Jr. -
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